Estou desesperado
por saber quem sou,
para onde seguem meus pés,
para onde estes me levam sem parar.
Na estrada,
vou nadando em outros rios,
vou secando minhas águas
e abrandando meu temores.
Sigo lento e calmamente esses meus outros desesperos selvagens.
Sigo numa imensa e feliz abundância de vida.
Sigo, como seguem as nuvens brancas
em infinitos azuis celestes.
Texto: A Pedra e o Rio
por saber quem sou,
para onde seguem meus pés,
para onde estes me levam sem parar.
Na estrada,
vou nadando em outros rios,
vou secando minhas águas
e abrandando meu temores.
Sigo lento e calmamente esses meus outros desesperos selvagens.
Sigo numa imensa e feliz abundância de vida.
Sigo, como seguem as nuvens brancas
em infinitos azuis celestes.
Texto: A Pedra e o Rio
sem me pedir? é assim mesmo?
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